Luan Santana se dedica a fã com doença rara antes de show em Ribeirão Preto - SP

 

O cantor Luan Santana reservou alguns minutos antes do início do show em Ribeirão Preto (SP) na noite deste domingo (30) para receber em seu camarim um fã mirim especial: o menino Davi Pereira Martins, de 4 anos, que tem atrofia muscular espinhal (AME).

 

Desde o início do ano, a família de Davi promove uma campanha para arrecadar R$ 3 milhões para custear uma medicação importada dos EUA, capaz de conter os avanços da doença que paralisa os músculos e pode causar a morte. A criança precisa receber doses do remédio.

 

Durante o Ribeirão Rodeo Music, onde Luan Santana se apresentou, uma ação foi realizada para ajudar a família a reunir o montante milionário. O público fez doações espontâneas, que renderam um cupom para o sorteio de um kit com vários objetos doados pelos famosos que participaram do evento.

 

Neste domingo, Luan dedicou alguns minutos ao pequeno Davi e aos pais dele. Ele conversou com o casal, ouviu atento às explicações sobre a doença e se mostrou sensibilizado, enchendo de carinho o menino. O cantor disse achar importante a mobilização para que crianças que precisam de atenção especial sejam tratadas como merecem.

 

“São vários casos assim e a gente precisa voltar os nossos olhos pra essas crianças. Eu acho que a nossa obrigação realmente é ajudar. Teve o caso do Joaquim que eu tive o prazer de entrar nesse time pra mobilizar essa campanha e eu tenho certeza que o Davi também vai conseguir.”

 

O encontro com o cantor sertanejo encheu os pais de esperança. Segundo eles, muitos têm receio de doar por causa de oportunistas que se aproveitam de dramas verdadeiros em favor próprio. “Eu acho que esse encontro vai ser uma revolução pra campanha porque vai mostrar que é uma campanha séria”, afirma a mãe Luana Martins.

 

Conhecido por seus trabalhos filantrópicos, há duas semanas o cantor foi homenageado em Barretos (SP) e deu nome a uma nova ala do Hospital de Câncer na cidade, um dos mais importantes centros de diagnóstico e tratamento da doença no Brasil. Ele é um dos grandes fomentadores do trabalho na unidade, que atende 6 mil pacientes de graça por dia.

 

“Desde o início da minha carreira eu sempre doei tudo que eu ganho com venda de DVDs e CDs, e o Hospital de Barretos é sempre um dos primeiros da lista. É uma instituição muito séria, que tem um amor incrível com os pacientes. Pra mim, foi uma honra ter um pavilhão com o meu nome”, diz.

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