"A onda é ser multiplataforma", diz Luan Santana no MaxMídia

05/10/2017

Nos dias 03 e 04 de outubro aconteceu mais uma edição do MaxMídia, evento realizado pelo Meio & Mensagem, que contou com a participação de vários artistas. O debate desse ano era a discussão da cultura pop e a relação das figuras públicas com o mercado publicitário.

 

Um dos convidados foi o cantor Luan Santana, nome de peso quando se trata desse comércio. O artista, que tem 10 anos de carreira, é, ou já foi, garoto propagando de várias marcas reconhecidas, como Coca-Cola, Casas Bahia, Suvinil e Jequiti.  O sertanejo foi selecionado para participar do debate porque esteve presente na era do CD e agora, mesmo mantendo essa prática, está migrando para o mundo digital, o novo dominante entre os meios de comunicação.

 

"Mudou muito o mercado, é importante lançar clipes e disponibilizar as músicas nas plataformas para sempre oferecer novidade aos fãs. Hoje, não basta lançar apenas um disco, é necessário ter algo mais e que não haja um intervalo muito grande entre os trabalhos. Tudo está mais rápido e dinâmico. ”, diz o cantor.

 

Sendo uma pessoa de influência, Luan não poderia deixar de ressaltar que faz o que seu coração manda, mas que as opiniões das pessoas são bem-vindas quando precisa realizar algo novo ou tomar uma decisão. Apesar do seu último DVD ter sido baseado nos tempos antigos, o artista sabe que não pode ficar preso no passado e precisa acompanhar as mudanças.

 

“A onda é ser multiplataforma. Eu consigo conversar de todas as formas possíveis com o meu público. Os jovens estão crescendo com o meu trabalho”, declarou. 

 

Estamos vivendo na era digital e na sociedade do espetáculo, mas isso não é motivo para que esqueçamos que as pessoas não são robôs. Foi com esse pensamento que Luan Santana finalizou sua participação no MaxMídia.

 

“As pessoas não são robôs, elas têm sentimentos e emoções. A gente precisa tocar o coração delas e ter ideias que mudem o estado emocional. Os jovens são sensíveis e estão abertos para serem atingidos por questões externas”.

 

 

 

 

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